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quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Palhaçadas....
por
Flavia Oliveira
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Mudam a redes sociais mas não muda a palhaçada.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Seguindo em frente....
por
Flavia Oliveira
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"Não tem a ver com esquecer. Esquecer a própria história é um desperdício. Tem a ver com superar. E superar é tornar-se maior. Não tem a ver com novos amores. Tem a ver com nós mesmos, com olhar para frente e ver um futuro sem obstáculos, sem fantasmas nem traumas do passado."
A delícia de perceber que a vida seguiu em frenteRUTH MANUSQuando você se dá conta de que o passado finalmente ficou no passado.Aí pronto. Balada, fim de madrugada, um monte de gente semi-embriagada e o DJ solta a música nova da Anitta “deixa ele chorar, deixa ele chorar, deixa ele sofrer, deixa ele saber que eu tô curtindo pra valer”. E eis que uma multidão de rostos – incluindo alguns que nem devem gostar da música- se enche de um ar soberano de satisfação e dezenas começam a cantar aquilo como se fosse o hino da própria vida.“Deixa ele(a) saber que eu tô curtindo pra valer”. Não é coisa de só menina, de adolescente, de colegial. Seria bem mais fácil se fosse. Mas não. Homens adultos, mulheres de 50 anos, gays barbudos, executivas bem sucedidas, entregadores de pizza. Ninguém está livre de um rompimento sofrido e de um pós rompimento que nos rasgue dos pés à cabeça.Anitta não te representa? “Quando você me quiser rever, já vai me encontrar refeita, pode crer, olhos nos olhos, quero ver o que você faz ao sentir que sem você eu passo bem demais.” Serve Chico Buarque?Faz parte da vida de todo mundo. Sofrer, muitas vezes, é um efeito colateral do amor. E às vezes parece que a dor nunca mais vai acabar, que os voos nunca mais serão altos, que o sol nunca mais vai bater no rosto como batia antes. Parece que o relógio vai ficar parado ali para sempre.O relógio da nossa vida pode até brincar de ficar parado, mas o tempo nunca falha conosco. O tempo que nos angustia é o mesmo tempo que cura. E ele vai passando mesmo que a gente não veja. Ele sangra, esteriliza e cicatriza. E de repente, não mais que de repente, você percebe que algo mudou.Não tem a ver com esquecer. Esquecer a própria história é um desperdício. Tem a ver com superar. E superar é tornar-se maior.Não tem a ver com novos amores. Tem a ver com nós mesmos, com olhar para frente e ver um futuro sem obstáculos, sem fantasmas nem traumas do passado.A grande delícia mora num momento que vem um pouco depois da música da Anitta e da música do Chico. Quando o passado já ficou realmente para trás e o nosso presente deixa de servir como prova de qualquer coisa. Porque não estar bem simplesmente deixa de ser uma opção viável. E porque já não precisamos provar mais nada a ninguém.Talvez uma das melhores sensações da vida seja ouvir o barulho das correntes do passado sendo quebradas.E ver a imagem de um horizonte livre, com espaço de sobra para correr sem pesos inúteis.E sentir nas mãos as rédeas do próprio destino.E perceber que sim, o vento e o sol voltaram a bater no nosso rosto. Era só uma nuvem passageira. O tempo ventou, a vida seguiu. E o futuro não tem mais nada a ver com medo. O futuro já é nosso presente e esse presente já denuncia que vem vindo um futuro lindo.
quarta-feira, 15 de julho de 2015
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
A incrível geração de mulheres que foi criada para ser tudo o que um homem NÃO quer
por
Flavia Oliveira
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Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens, homens e velhos homens.
O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.
Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas, escuta, alguém lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.
“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”
Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.
O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.
No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.
RUTH MANUS, PUBLICADO EM: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/a-incrivel-geracao-de-mulheres-que-foi-criada-para-ser-tudo-o-que-um-homem-nao-quer/
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens, homens e velhos homens.
O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.
Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas, escuta, alguém lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.
“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”
Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.
O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.
No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.
RUTH MANUS, PUBLICADO EM: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/a-incrivel-geracao-de-mulheres-que-foi-criada-para-ser-tudo-o-que-um-homem-nao-quer/
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Uma mulher não esquece jamais
por
Flavia Oliveira
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Outro título para esse post poderia ser "A vingança é um prato que se como frio".
http://br.youtube.com/watch?v=Y8ivS4N6Dak
http://br.youtube.com/watch?v=Y8ivS4N6Dak
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Um lindo texto
por
Flavia Oliveira
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Fizeram a gente acreditar
Crônica de Marta Medeiros
Crônica de Marta Medeiros
Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja,e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um", duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém."
quarta-feira, 28 de março de 2007
Meu signo combina com o seu?
por
Flavia Oliveira
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Mas agora, um estudo veio provar que isso tudo não passa de balela (como se a gente não soubesse). Vejam só:
Estudo com 10 milhões de casais contesta afinidade entre signos
Um estudo do Centro de Estudos para Censos e Pesquisas, da Universidade de Manchester, descobriu que ¿ pelo menos de acordo com as estatísticas de casamentos na Grã-Bretanha ¿ o amor não está escrito nas estrelas.
A pesquisa coordenada pelo cientista David Voas não encontrou qualquer vestígio de prova que justificasse a suposta afinidade entre signos prevista pelos astrólogos.
"Se mais de 10 milhões de casais na Inglaterra e no País de Gales servem como guia, não existe qualquer compatibilidade entre pessoas de determinados signos", disse Voas.
O estudioso diz que se existisse qualquer "mínima tendência" para virginianos gostarem de capricornianos, ou librianas terem uma queda por leoninos, isso apareceria nas estatísticas.
A conclusão da pesquisa é que os encontros amorosos seguem estatisticamente a lei das probabilidades.
"Se você tem uma população de 10 milhões de casais, então mesmo se um casal em mil for influenciados pelas estrelas, você então teria 10 mil casais a mais que o esperado com outras combinações zodiacais", afirmou Voas.
Embora o resultado do estudo da Universidade de Manchester não deixe dúvidas sobre a inconsistência estatística das afinidades previstas pelo zodíaco, David Voas diz não "ter ilusões de que (o estudo) vá minar a popularidade da astrologia."
fonte: O Globo Online
Apesar da reportagem dizer que esse estudo não vai minar a popularidade da astrologia, é bom lembrar que os astrólogos de verdade nunca disseram esse tipo de coisa. Só para citar algumas fontes:
De qualquer forma é bom saber que não preciso mais me "preocupar" com esse tipo de coisa... kkkkkkk
segunda-feira, 19 de março de 2007
PEQUENO RECADO DO CORAÇÃO
por
Flavia Oliveira
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"Cara amiga consciência,
Após tantos desencontros, resolvi lhe escrever para pedir um favor. Em primeiro lugar, gostaria de dizer que a amo profundamente. Porém, nossas relações estão estremecidas, pois ultimamente você tem me causado vários problemas.
Encrustado no seu peito, sofro os abalos do seu desequilíbrio emocional. O efeito disso são as potentes descargas que me fazem bater descompassadamente. Você se desequilibra e sou eu quem acaba pagando o pato. E o pior é que você nem nota que está me ferindo!
Cada vez que você se apaixona é uma tragédia. É o mesmo lenga-lenga de sempre: muitos sorrisos e beijos no início, mas depois de algum tempo, muito choro e patadas de ambos os lados. E o coitado aqui sempre levando bordoada!
Você já parou para pensar como eu sou importante? Provavelmente não. Em contrapartida, eu, que não paro um segundo, senão seu corpo morre, penso freqüentemente em você. Aliás, nem tenho como não pensar: você me arranja problemas a todo instante! Mesmo que eu não queira, sou obrigado a prestar atenção em você.
Conheço o seu corpo melhor do que ninguém. Desde que nasci, sou obrigado a bombear sangue sem parar para todas as partes do seu templo de carne. As células, os pulmões, os rins, o estômago, o fígado, o cérebro e toda a sua estrutura física precisam de mim.
Por que você não me trata melhor? Sou o mais sacrificado dos seus órgãos. Nem fazer greve por melhores condições de trabalho eu posso! Se eu parar, você desencarna.
Vê se dá um jeitinho de se equilibrar mais! Considere-me como uma jóia bonita na joalheria do seu corpo. Ao invés dessa emoção grosseira que você me dá constantemente, me dê um pouquinho de energia gostosa. Me dê um banho de sentimento luminoso e me acaricie com ondas de amor. Se mesmo me maltratando como você faz, eu continuo lhe amando, imagine se você me tratar direitinho: sem dúvida, vou lhe amar muito mais!
Em matéria de sentimento, sou muito mais especializado do que você. Por isso, para que tenhamos uma melhor convivência, vou lhe dar algumas dicas de como amar melhor:
1) Substitua a emoção grosseira pelo sentimento sutil;
2) Não se aposse da criatura amada: ela não lhe pertence. É uma fagulha de Deus na Terra. Pertence a Ele e à vida. Foi colocada no contexto da sua vida para enriquecer o seu sentimento, e não para ser aprisionada no seu desequilíbrio emocional. Ame-a, ensine-a, conduza-a para o bem e, ao mesmo tempo, seja amado, aprenda e seja conduzido por ela;
3) Seja prudente: não se dê totalmente, enquanto não conhecer profundamente a outra pessoa. Saiba primeiro o quanto ela vale para você e para sua vida;
4) Não se feche: em relação ao conselho anterior, eu disse para você ser prudente, e não para que se feche para os outros. Ser prudente não é jogar na retranca. Deixe as pessoas entrarem em você. Contudo, a prudência lhe recomenda que você avalie melhor quem está transitando no seu interior;
5) Ame inteligentemente e não deixe as emoções iludirem os seus sentimentos;
6) Não pise nas suas emoções; trabalhe-as com carinho e transmute-as em sentimento;
7) Não tenha auto-culpa. Muitas vezes você realiza uma determinada ação, mas depois fica cheia de auto-culpa pelo que fez, e no final das contas, quem sofre sou eu. Por isso, pelo bem de nós dois, não tenha auto-culpa. Como solução posso apresentar duas opções:
8) Dê sempre prioridade para os seus objetivos espirituais (sem perder os "pés no chão"), mesmo que isso lhe faça sofrer e que as pessoas não lhe compreendam. No final das contas, quem vai levar patadas sou eu mesmo, mas faço o sacrifício por você;
9) Seja feliz realmente. Eu lhe agradecerei por isso e ficarei feliz, por nós dois.
Sendo assim, estamos conversados. Bola para a frente. Equilíbrio em todos os momentos. Estou batendo firme no seu peito e torcendo por nós dois. Um dia largaremos o corpo humano e passarei a bater no seu peito espiritual como coração astral (ou você pensou que eu ficaria por aqui?). Nesse dia, em vez de bombear sangue, bombearei sentimento puro e energia para lhe fazer feliz.
Por aqui me despeço, desejando-lhe tudo de bom e deixando a certeza de que no seu peito bate um "menino amoroso", chamado coração."
fonte: http://www.caminhosdeluz.org/50.htm
Após tantos desencontros, resolvi lhe escrever para pedir um favor. Em primeiro lugar, gostaria de dizer que a amo profundamente. Porém, nossas relações estão estremecidas, pois ultimamente você tem me causado vários problemas.
Encrustado no seu peito, sofro os abalos do seu desequilíbrio emocional. O efeito disso são as potentes descargas que me fazem bater descompassadamente. Você se desequilibra e sou eu quem acaba pagando o pato. E o pior é que você nem nota que está me ferindo!
Cada vez que você se apaixona é uma tragédia. É o mesmo lenga-lenga de sempre: muitos sorrisos e beijos no início, mas depois de algum tempo, muito choro e patadas de ambos os lados. E o coitado aqui sempre levando bordoada!
Você já parou para pensar como eu sou importante? Provavelmente não. Em contrapartida, eu, que não paro um segundo, senão seu corpo morre, penso freqüentemente em você. Aliás, nem tenho como não pensar: você me arranja problemas a todo instante! Mesmo que eu não queira, sou obrigado a prestar atenção em você.
Conheço o seu corpo melhor do que ninguém. Desde que nasci, sou obrigado a bombear sangue sem parar para todas as partes do seu templo de carne. As células, os pulmões, os rins, o estômago, o fígado, o cérebro e toda a sua estrutura física precisam de mim.
Por que você não me trata melhor? Sou o mais sacrificado dos seus órgãos. Nem fazer greve por melhores condições de trabalho eu posso! Se eu parar, você desencarna.
Vê se dá um jeitinho de se equilibrar mais! Considere-me como uma jóia bonita na joalheria do seu corpo. Ao invés dessa emoção grosseira que você me dá constantemente, me dê um pouquinho de energia gostosa. Me dê um banho de sentimento luminoso e me acaricie com ondas de amor. Se mesmo me maltratando como você faz, eu continuo lhe amando, imagine se você me tratar direitinho: sem dúvida, vou lhe amar muito mais!
Em matéria de sentimento, sou muito mais especializado do que você. Por isso, para que tenhamos uma melhor convivência, vou lhe dar algumas dicas de como amar melhor:
1) Substitua a emoção grosseira pelo sentimento sutil;
2) Não se aposse da criatura amada: ela não lhe pertence. É uma fagulha de Deus na Terra. Pertence a Ele e à vida. Foi colocada no contexto da sua vida para enriquecer o seu sentimento, e não para ser aprisionada no seu desequilíbrio emocional. Ame-a, ensine-a, conduza-a para o bem e, ao mesmo tempo, seja amado, aprenda e seja conduzido por ela;
3) Seja prudente: não se dê totalmente, enquanto não conhecer profundamente a outra pessoa. Saiba primeiro o quanto ela vale para você e para sua vida;
4) Não se feche: em relação ao conselho anterior, eu disse para você ser prudente, e não para que se feche para os outros. Ser prudente não é jogar na retranca. Deixe as pessoas entrarem em você. Contudo, a prudência lhe recomenda que você avalie melhor quem está transitando no seu interior;
5) Ame inteligentemente e não deixe as emoções iludirem os seus sentimentos;
6) Não pise nas suas emoções; trabalhe-as com carinho e transmute-as em sentimento;
7) Não tenha auto-culpa. Muitas vezes você realiza uma determinada ação, mas depois fica cheia de auto-culpa pelo que fez, e no final das contas, quem sofre sou eu. Por isso, pelo bem de nós dois, não tenha auto-culpa. Como solução posso apresentar duas opções:
a. Faça as coisas com um alto nível, como adulto e não como um adolescente consciencial. Se achar que a ação é errada, NÃO FAÇA! Mesmo que você esteja ardendo de vontade de fazer. Pondere bem sobre as conseqüências do ato. Avalie a situação e só tome a decisão de fazer ou não, se você estiver tranqüila. Nunca tome uma decisão pressionada por um fator emocional, seja ele de origem interna ou externa. Quanto maior for a sua ânsia, maior será a probabilidade de tomar a decisão errada. Resumindo, o que estou querendo lhe dizer é que se você achar que vai ter auto-culpa por fazer alguma coisa, é melhor não fazer. Porém, há mais um detalhe: se você fizer algo, pelo amor de Deus, não tenha auto-culpa! Ou faz com bom nível, com a mente livre e curtindo o que está fazendo, ou é melhor não fazer.
b. Tenha um pouco de paciência com os seus defeitos. Procure dominá-los, mas sem se atormentar. Não tenha auto-culpa dos erros cometidos e nem deixe ninguém utilizá-los contra você. Toque a bola para a frente e deixe o tempo e a vida lhe educarem, através da experiência. Se lá na frente você errar novamente, procure aprender com o erro. Se errar mais uma vez, aprenda com o novo erro, e assim sucessivamente. Você está numa experiência evolutiva e o erro faz parte dela. Se você não errar, como é que vai aprender o que é certo? Com isso, não estou dizendo que você está liberada para cometer todas as estrepolias que quiser, e não se sentir mal por causa disso. Estou apenas lhe alertando quanto às auto-culpas que lhe são impostas (e isso para o meu próprio bem, pois se você fizer besteira, quem acaba sofrendo sou eu!). Você sabe muito bem o limite das suas atitudes, dentro do contexto evolutivo no qual está inserida e sabe bem o que lhe faz mal e o que lhe faz bem, evolutivamente falando;
8) Dê sempre prioridade para os seus objetivos espirituais (sem perder os "pés no chão"), mesmo que isso lhe faça sofrer e que as pessoas não lhe compreendam. No final das contas, quem vai levar patadas sou eu mesmo, mas faço o sacrifício por você;
9) Seja feliz realmente. Eu lhe agradecerei por isso e ficarei feliz, por nós dois.
Sendo assim, estamos conversados. Bola para a frente. Equilíbrio em todos os momentos. Estou batendo firme no seu peito e torcendo por nós dois. Um dia largaremos o corpo humano e passarei a bater no seu peito espiritual como coração astral (ou você pensou que eu ficaria por aqui?). Nesse dia, em vez de bombear sangue, bombearei sentimento puro e energia para lhe fazer feliz.
Por aqui me despeço, desejando-lhe tudo de bom e deixando a certeza de que no seu peito bate um "menino amoroso", chamado coração."
fonte: http://www.caminhosdeluz.org/50.htm
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
MANUAL DA MULHER BEM RESOLVIDA
por
Flavia Oliveira
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relacionamentos
Recebi por email e fiz algumas alterações. Bem legal!!
1) Se ele se interessou, ele liga
É isso mesmo, quando o cara quer, não tem projeto importante, morte da tia ou trânsito maluco que o impeça de te convidar pra sair.
2) Uma semana sem notícias dele
Esquece, parte para outra! Ligar para saber se tá tudo bem, nem pensar! Homem que tá perdido merece ser encontrado morto no apartamento, e pelo zelador do prédio, porque os vizinhos não agüentam mais o fedor de carniça.
3) Vocês saíram e ele não ligou mais. Foi porque você deu? Ou foi porque você não deu?
Na verdade, pouco importa. Se o que ele estava a fim era de sexo, e rolou, ótimo! Sexo é que nem pizza: bom-até-quando-é-ruim.. Mas se você não deu, ele provavelmente não te procurou mais porque achou que ia dar muito trabalho. Ou seja, pare de se atormentar porque transou ou não!
Duas lições: dar uma de difícil depois de uma certa idade já era !!! RIDÍCULO é fazer tipinho!!! E além do mais você vai se arrepender de ter dado e de não ter dado....
4) Ele é comprometido
A relação dele tá em crise, péssima, só falta oficializar o fim? Se ele quiser continuar infeliz, o problema é dele! Mas, se você está em busca de algo além de uma aventura, pense bem antes de se envolver. Melhor ele ser infeliz sozinho do que fazê-la infeliz também. Agora, se ele quiser mudar, termina de uma vez e depois te procura, combinado?
5) Ele falou: "Você é boa demais pra mim..."
Acredite, amiga! Você é mesmo! Descarte o cidadão e pare de bancar a Madre Tereza de Calcutá!
6) O cara tem a pegada... mas nada além disso
Nem tennte... não dá pra namorar um cara pelo qual você não tem um mínimo de admiração.
7) Ele te traiu
Não continue com um cara que te chifrou se você não agüentar a onda de ser traída de novo. E olho vivo se ele já foi infiel com outras. A gente sempre acha que com a gente vai ser diferente....ESQUEÇA!!! Nunca é!
E atenção! A "FILA ANDA"!!!
Pior do que nunca achar o homem certo, é viver pra sempre com o homem errado.
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Datas
por
Flavia Oliveira
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Hoje, há exatos seis anos, eu e Juvenil havíamos começado a nos relacionar. Era nessa data que comemorávamos nosso aniversário de namoro. Normalmente a gente comprava presente um para o outro, às vezes saía para jantar ou então almoçava junto. Mas agora, essa data passou a não ter mais significado nenhum.
On the other hand, o dia 20 de agosto passou a ter um significado especial. Além de ser o aniversário do meu irmão mais novo (que também é padrinho da Luiza), foi nessa data que nossa separação aconteceu. E eu, que achava que a separação era o fim do mundo, descobri que tem sido a melhor coisa do mundo.
Coisas maravilhosas tem acontecido na minha vida desde então. E eu estou aprendendo a gostar de mim. Estou me namorando, me (re)descobrindo.... E, acabo de decidir que, todo ano, no dia 20/08 eu vou comprar um presente para mim, namorada de mim mesma.....

On the other hand, o dia 20 de agosto passou a ter um significado especial. Além de ser o aniversário do meu irmão mais novo (que também é padrinho da Luiza), foi nessa data que nossa separação aconteceu. E eu, que achava que a separação era o fim do mundo, descobri que tem sido a melhor coisa do mundo.
Coisas maravilhosas tem acontecido na minha vida desde então. E eu estou aprendendo a gostar de mim. Estou me namorando, me (re)descobrindo.... E, acabo de decidir que, todo ano, no dia 20/08 eu vou comprar um presente para mim, namorada de mim mesma.....
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